domingo, 4 de janeiro de 2015

Facebook terá novas regras de privacidade e anúncios a partir deste mês

A partir do dia 30 deste mês, o Facebook, maior rede social do mundo, vai passar a adotar novas regras relacionadas à privacidade dos usuários e à oferta de anúncios publicitários. A empresa poderá obter mais informações sobre quem a acessa, a partir de dados coletados por produtos que também são do Facebook, como Instagram e WhatsApp. Até mesmo o nível de bateria do celular e a força do sinal da operadora utilizada serão conhecidos pelo Facebook.
Na página criada para explicar as novas regras, o Facebook aponta que as mudanças objetivam melhorar a experiência dos usuários com a rede e garantir maior controle por parte deles. Assim, quem visualizar um anúncio poderá saber os porquês da publicidade ter aparecido na sua página clicando na lateral da própria imagem. O internauta também poderá se negar a receber informações de determinados anunciantes, ação que valerá tanto para o dispositivo que está usando naquele momento quando para os demais, como celulares, tablets e computadores.
A mudança tornará a oferta de produtos e serviços mais personalizada. A principal ferramenta para isso está relacionada à geolocalização. Os check-ins feitos pelos usuários quando estão em ruas, estabelecimentos comerciais e outros locais poderão ser usados para o Facebook mostrar informações de estabelecimentos e amigos próximos. Além disso, a empresa está testando a opção “Comprar”, para que produtos sejam adquiridos na própria rede.
Se, por um lado, as ferramentas podem dar mais comodidade e facilidades aos usuários, por outro, os limites para o uso de dados pessoais e a garantia de privacidade preocupam. “Você pensa que está usando um serviço gratuito, mas você é o produto que eles estão vendendo, pois são as suas informações que estão sendo comercializadas para outras empresas”, diz o coordenador do Intervozes, Pedro Ekman.
O Facebook tem acesso a cerca de 70 informações sobre os usuários, tais como cidade natal, páginas visitadas, visões religiosas e políticas, atividades recentes, metadados de fotos (hora e local em que foi feita, por exemplo), configurações faciais, número de telefone, endereço de IP, número de cartão de crédito, idade, o que se olha na linha do tempo de outras pessoas, as mensagens trocadas, páginas que visita, etc.
A partir disso, a empresa elabora o perfil da pessoa e pode oferecer a ela produtos, serviços e recursos que podem interessá-la. Por outro lado, ela vende esse pacote de dados para clientes e parceiros. Segundo o Facebook, a operação protege a identidade pessoal, pois “somente fornecemos dados aos nossos anunciantes parceiros e clientes depois de removermos seu nome ou outras informações de identificação pessoal ou depois de combiná-las com dados de outras pessoas de maneira que não mais identifiquem você pessoalmente”.
Mesmo que as regras sejam desconhecidas por parte das pessoas que usam a rede, basta utilizá-la para gerar informações. A Declaração de Direitos e Privacidade do Facebook, disponível no site, diz que “quando você publica conteúdos ou informações usando a opção Público, você está permitindo que todos, incluindo pessoas fora do Facebook, acessem e usem essas informações e as associem a você”. Se desejar restringir o acesso aos dados, o usuário deve alterar quem pode ver as suas ações na rede ou desativar todos os aplicativos da plataforma em suas Configurações de Privacidade.
Com o Marco Civil da Internet, contudo, o uso desses dados passou a ser regrado. O marco garante a privacidade dos usuários da internet, ao estabelecer que informações pessoais e registros de acesso só poderão ser vendidos se o usuário autorizar expressamente a operação comercial.
“Em qualquer operação de coleta, armazenamento, guarda e tratamento de registros, de dados pessoais ou de comunicações por provedores de conexão e de aplicações de internet em que pelo menos um desses atos ocorra em território nacional, deverão ser obrigatoriamente respeitados a legislação brasileira e os direitos à privacidade, à proteção dos dados pessoais e ao sigilo das comunicações privadas e dos registros”, diz a lei que ficou conhecida como a Constituição da Internet.
Segundo Pedro Ekman, o Marco Civil tornou ilegal o acesso às informações privadas, como as mensagens trocadas diretamente e privadamente entre usuários. “A gente tem que cobrar que os novos termos do Marco Civil sejam de fato executados, que as empresas tenham que informar o que estão fazendo, que não leiam as nossas mensagens privadas e que, ao encerrar a relação com eles, eles excluam todos os dados que foram coletados na rede”. Hoje, mesmo que o usuário opte por sair do Facebook, suas informações ficam armazenadas por tempo indeterminado.
Privacidade total, contudo, não é mais viável, na opinião de Pedro Ekman. “No limite, as pessoas têm que ir para outras redes sociais que não usam e vendem seus dados”, opina Ekman, que cita como alternativa a rede social Diáspora, plataforma livre que não guarda dados dos usuários. Ele reconhece, contudo, que poucas pessoas conhecem plataformas diferentes. “O problema é esse. A economia de rede faz com que você esteja onde todo mundo está. Eles buscam concentrar a ação das pessoas em uma rede e não em várias”, alerta.
Para quem não imagina mais o cotidiano sem as redes sociais, a dica é conhecer as regras, optar por alterar suas configurações de privacidade e evitar se expor em excesso. É o que diz o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), que criou uma página com dicas de segurança. Cuidados com as senhas, uso de criptografia, limpeza do histórico do navegador e atenção na hora de liberar acesso aos dados por aplicativos são algumas das ações que podem ser feitas por um usuário qualquer, mesmo sem conhecimentos aprofundados sobre a rede mundial de computadores.

Fonte: Agência Brasil

Governo Federal abrirá quase 29 mil cargos públicos em 2015; veja áreas - Home (Página Inicial) - Concursos

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W. Dias vai colocar colégio Liceu no plano de emergência; local vive caos - Home (Página Inicial) - Política

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sábado, 3 de janeiro de 2015

Sol começa o ano com enorme 'buraco' perto do polo sul do astro

O Sol começou 2015 com um enorme buraco coronal - região mais escura e de baixa densidade - perto do polo sul do astro. O fenômeno foi captado em 1º de janeiro por um instrumento do Observatório de Dinâmica Solar da Nasa, agência espacial americana.

Buraco coronal é visto no polo sul do Sol no dia 1º de janeiro  (Foto: NASA/SDO/Divulgação)

Segundo a Nasa, os buracos coronais são regiões da camada mais externa do sol, chamada corona, onde o campo magnético se estende para o espaço em vez de se conter na superfície do astro. As partículas que se deslocam ao longo desses campos magnéticos podem, então, deixar o Sol em vez de ficarem presas em sua superfície.

Enquanto as partículas que continuam presas na superfície brilham, as regiões em que as partículas escaparam para o espaço ficam bem mais escuras, com a aparência de um buraco.

Municípios do Piauí receberão R$2 bilhões do Fundeb em 2015



O Governo Federal divulgou a estimativa da receita do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação) para o exercício de 2015. Os 224 municípios do Piauí, juntamente com o Governo do Estado, devem receber R$ 2.184.272.328 em recursos. A capital Teresina deve ficar com o maior montante de recursos, R$ 244.597.223.
Foto: Assis Fernandes
Se comparada com a estimativa da receita para 2014, que era de R$ 117,3 bilhões, a previsão para este ano demonstra um aumento de R$ 15 bilhões nos repasses. Ao todo, o Fundo deve repassar R$ 132,1 bilhões para estados e municípios brasileiros. Desse total, R$ 121,2 bilhões são oriundos da soma das contribuições de Estados, Municípios e Distrito Federal. A outra parte, no valor de R$ 12,1 bilhões, vem da complementação da União para os mesmos 10 Estados já contemplados em 2014: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte.
O valor mínimo nacional por aluno/ano estimado para 2015 é de R$ 2.576,36, correspondendo a um aumento de 12% em relação ao estimado para 2014, que foi de R$ 2.285,57. Apesar do crescimento é significativo, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) acredita que é cedo para afirmar que os valores divulgados pelo Governo Federal serão os definitivos. Isso por que, como ocorreu em anos anteriores, houve mudanças na estimativa anunciada.
Fonte: AsCom

Ministro diz que governo vai propor novas regra para cálculo do salário mínimo

O novo ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão, Nelson Barbosa, informou hoje (2) que o governo vai propor ao Congresso Nacional nova regra para cálculo do salário mínimo, no período de 2016 a 2019. Mesmo com eventual alteração, Barbosa garantiu que “continuará a haver aumento real do salário mínimo”. Segundo ele, a proposta será encaminhada ao Congresso “no momento oportuno”. Para este ano, vale a regra atual, e o salário mínimo foi reajustado para R$ 788.
Além disso, Barbosa defendeu as medidas do governo federal de alterar nas regras sobre pensão, auxílio-doença e seguro-desemprego. As mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso Nacional. O novo ministro do Planejamento disse que o governo explicará e defenderá as propostas no Legislativo.
“São medidas que corrigem alguns excessos para que os programas continuem, e para viabilizar, por exemplo, a continuação da elevação real do salário mínimo”, disse, em entrevista após receber o cargo de sua antecessora, Miriam Belchior.
Ele falou ainda sobre a necessidade de conciliar as negociações de salários com servidores públicos, previstas para este ano, e a redução de gastos. “Vamos tratar desse assunto no momento certo. Está na agenda do ministério. O acordo atual [com os servidores] vale até este ano. Vamos discutir com o sindicato, com os servidores, qual será a política dos próximos anos”, afirmou.
Barbosa disse também que o Planejamento colaborará com o objetivo de redução da inflação. Segundo ele, a melhor forma de atrair os investimentos necessários à retomada do crescimento é recuperar a confiança do setor produtivo, com elevação do resultado fiscal e redução da inflação.

Fonte: Agência Brasil

Apostador perde prazo da Mega e não retira prêmio de R$ 15 mihões

Imagine ganhar R$ 15 milhões na Mega-Sena e não levar o prêmio. Um apostador de Barra do Piraí, RJ, que acertou os seis números de um sorteio realizado em outubro perdeu o prazo de 90 dias para retirar a fortuna e ficou sem o dinheiro.
Nas ruas da cidade, moradores acreditam que o vencedor tenha perdido o bilhete ou esquecido de conferir os números sorteados. "Agora, a pessoa não deve nem saber que ganhou. Com certeza, porque se não, não teria deixado o prêmio aí", disse um senhor.
O pai da aposentada Ester Figueiredo achou que o sortudo fosse ele. "Meu pai tem 95 anos, é lúcido, mas tem Parkinson. E ele achou que tinha ganho isso. Só que ele diz que alguém copiou o jogo dele e que fez. E que aí, ele não ganhou por causa disso, mas que aquele jogo era dele", disse Segundo o aposentado José Augusto de Vasconcelos Moreira, não é de hoje que Barra do Piraí traz sorte. Há 30 anos o prêmio de uma loteria foi sorteado também para o município."Aquela loto do futebol, era dos times de futebol. Ganhou sozinho um prêmio na época. Não sei quantos milhões foram. Ganhou o prêmio do Brasil todo só para ele. Foi muita coisa", disse o aposentado José Augusto de Vasconcelos Moreira.
Anos se passaram até que outro ganhador aparecesse. A sorte, quando voltou, foi em dose dupla. O prêmio da Mega-Sena saiu duas vezes para o município, em um intervalo de dois meses."Eu acredito num astral melhor, é. Tá no astral, até porque algumas pessoas das circunvizinhanças naturalmente vêm para cá tentar a sorte também. Podem até também trazer sorte de lá", disse o aposentado Geraldo Abbud.
De acordo com a Caixa Econômica Federal, desde 2001 a legislação determina que os prêmios prescritos sejam destinados ao Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies), destinado a universitários.

Fonte: G1